NEWS 06 | Maio

- Exposição Francisco Villa Chan -

Percursos - Francisco Villa Chan

A NATUREZA, AS SENSAÇÕES E A LIBERDADE de um artista modernista.

Exposição física – Atelier VillaChan
Rua São Francisco de Paula, 371 – Caxangá
Visitação – terças, quartas e quintas – das 15 às 18h
Exposição virtual – www.bethararuna.com.br

- A pintura é a minha vida e a natureza é a minha paixão -

O percurso por onde transitou a obra de Villa Chan, assemelha-se ao percurso do rio Capibaribe que corre no fundo da sua casa/ateliê.

É difícil delimitar até onde a fluidez das águas de um rio, introjetam visões de liquidez nas suas contemplações e inspirações.

Atravessou a figuração, registrando as paisagens do sertão Pernambucano com sua natureza fluida e um particular azul celeste.

Ao entorno da sua casa/ateliê, convergem diversos espaços culturais, museus e institutos.

Essa exposição além de permitir acompanhar o percurso de VillaChan, desperta a reflexão sobre a importância do meio ambiente, do  patrimônio cultural, do homem e da vida.

Breve Curriculo

FRANCISCO VILLA CHAN nasceu no Recife em 04 de dezembro de 1937.

Iniciou seu aprendizado através de Curso de desenho e pintura com Rachel Telles (filha de Telles Júnior, maior paisagiata de Pernambuco) em 1954.

Entre 1956 e 1994, fez vários cursos no Brasil e no exterior, entre eles a Escola de Belas Artes da UFPE, Curso de Restauração em Pintura a óleo com o Prof. Anton Ranger e o Curso de Restauro em Pintura – Instituto per L‘arte e il Restauro – Florence – Itália.

Referências as suas obras são encontradas nos livros: Tratos de Artes de Pernambuco -José Claudio (1984), Arte do Nordeste – Editora Spala (1987) e Catálogo Pernambucano de Arte – Grupo X (1987).

Suas obras podem ser encontradas nos acervos da Galeria Metropolitana Aloísio Magalhães, Fundação Joaquim Nabuco, Academia Pernambucana de Letras, Museu Militar Forte do Brum, Museu da Cidade do Recife, Museu Murillo La Greca e em acervos particulares no Brasil, Estados Unidos e Europa.

- Conhecer para preservar -

O tema deste ano, escolhido pela Unesco, chama-se “PATRIMÓNIO E CLIMA”.

Atenta para grandes causas da sustentabilidade e do Património Cultural, que tem vindo a sofrer os efeitos do aquecimento global, da alteração de ecossistemas envolventes, de situações de seca extrema ou de exposição à subida das águas, mas também reconhecer o seu papel enquanto agente na construção de uma ação climática inclusiva, transformadora e justa – UNESCO

O termo patrimônio histórico cultural diz respeito a tudo aquilo que é produzido, material ou imaterialmente, pela cultura de determinada sociedade que, devido à sua importância cultural e científica em geral, deve ser preservado por representar uma riqueza cultural para a comunidade e para a humanidade.(Wikipedia)

17 de agosto - Dia do patrimônio histórico

A oportunidade de espaços culturais em torno do  atelier/espaço, VillaChan permite a criação de uma grande e importante roteiro cultural entre os Bairros – Várzea – Casa forte – Caxangá – Torre

Foto Rio Capibaribe e todos os pontos localizados - Roteiro Cultural.

ROTEIRO CULTURAL

01) Oficina Cerâmica Francisco Brennand
02) Instituto Ricardo Brennand
03) Espaço Villa Chan
04) Museu do Homem do Nordeste
05) Fundação Gilberto Freyre
06) Fundação Joaquim Nabuco
07) Museu Murillo La Greca
08) Museu do Estado de Pernambuco – MEPE
09) Academia Pernambucana de Letras
10) Poço da Panela

- O RIO -

O Rio é uma corrente de água natural que surge de uma nascente e se dirige para o mar.

Assim também a Vida, tem uma nascente e se dirige para o infinito…

Será o amor dedicado a cada  vida,  que  refletirá o  tratamento dedicado aos  nossos Rios.

Além de simbólico, o rio Capibaribe – tem uma importância história e social muito grande na formação de Pernambuco no sentido físico.

Populações indígenas se consolidaram garantindo água e alimento, portugueses transformaram Pernambuco num dos maiores produtores de açúcar do mundo, holandeses construíram sua defesa e uma cidade

Cruzando o Recife,  tantos nomes  afirmaram sua grandeza, suas condições e suas relações com o humano: de João Cabral de Mello Neto a Manuel Bandeira,de Gilberto Freyre a Josué de Castro, de Manoel Correia de Andrade a Chico Science, entre tantos.

Manoel Bandeira -19 de abril de 1886, Recife, Pernambuco – a 13 de outubro de 1968, Botafogo, Rio de Janeiro

O RIO

Ser como o rio que deflui

Silencioso dentro da noite.

Não temer as trevas da noite.

Se há estrelas nos céus, refleti-las.

E se os céus se pejam de nuvens,

Como o rio as nuvens são água,

Refleti-las também sem mágoa   

Nas profundidades tranquilas.”

Deixar uma resposta