Habuba Farah Riccetti – 1931/São Paulo

HF
 Sua obra reflete a constante investigação sobre a geometria, a teoria da cor e seus neutros. Com diferentes suportes e técnicas, da tela ao papel; do óleo ao pastel a artista expressa sua sinergia. Participa de diversos Salões de Arte nacional e internacional. Exposições coletivas e individuais no Brasil, França, Itália, Estados Unidos e Japão. Exposições individual e Coletiva. Recebeu distintos prêmios como – Diploma de mérito artístico do júri internacional no V Concours International de La Palme D’Or des Beaux-Arts, Monte Carlo, Mônaco (1973); segundo lugar no 10 Salão Internacional de Pintura em Tsu, Japão (1975); medalha de bronze na 10 Bienal Mundial dos Mestres das Artes em Paris, França (1980). Obras em acervos artísticos como: Museu Nacional de Bellas Artes de Santiago, Chile (1978); Museu de Arte Moderna de São Paulo (1988); Instituto per la cultura e l’arte, Catania (1988); Casa das Américas em Havana, Cuba (1989); Assembleia Legislativa de São Paulo (2003). Aos 85 anos Habuba segue com sua produção compulsiva buscando a síntese do traço como luz.

“Habuba Farah Riccetti é “pintora de poesia” e, no nosso modesto entender, poesia na pintura significa uma soma de sensações, de atmosferas, do modo de ser e de sentir, tal a suscitar aquela impressão de distanciamento, mas ao mesmo tempo, de tão grande aproximação da sua própria realidade, das experiências da própria vida, de maneira a envolver quem observa suas obras”. Emanuel von Lauenstein Massarani, 2003

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